Homem é preso suspeito de estuprar enteada de 14 anos e gravar abusos no Acre

Homem foi preso em flagrante em Cruzeiro do Sul na última segunda-feira (30) suspeito de estuprar enteada Polícia Civil Um homem foi preso em flagrante na tar...

Homem é preso suspeito de estuprar enteada de 14 anos e gravar abusos no Acre
Homem é preso suspeito de estuprar enteada de 14 anos e gravar abusos no Acre (Foto: Reprodução)

Homem foi preso em flagrante em Cruzeiro do Sul na última segunda-feira (30) suspeito de estuprar enteada Polícia Civil Um homem foi preso em flagrante na tarde dessa segunda-feira (30), em Cruzeiro do Sul, interior do Acre, suspeito de estuprar a enteada de 14 anos, e gravar vídeo dos abusos. Segundo a Polícia Civil, a adolescente era violentada desde os 9 anos. A prisão ocorreu no bairro Deracre após a polícia receber uma denúncia anônima na manhã dessa segunda. O suspeito, inclusive, já tem uma condenação por abusar de outra enteada e a polícia suspeita que ele violentou sexualmente a filha. (Veja detalhes abaixo) 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp De acordo com o delegado Vinícius Almeida, os abusos ocorreram de forma contínua até o dia da prisão e, assim que o caso chegou ao conhecimento da equipe, as buscas foram iniciadas. "Com a denúncia, começamos as diligências necessárias e, já com a identificação do sujeito e a localização da casa onde estaria, nos deslocamos ao local e efetuamos a prisão em flagrante", afirmou. Violência e abuso sexual infantil: saiba como denunciar A adolescente foi ouvida e submetida a exames médicos. Em depoimento, a vítima detalhou como os abusos aconteciam e relatou que era ameaçada constantemente para não denunciá-lo. Ainda conforme a investigação, o homem batia e ameaçava a vítima com uma faca. "Ela, inclusive, estava com hematoma nos lábios do último abuso e tem uma marca abaixo do pescoço de uma faca que ele colocava nela e pressionava diante das negativas", relatou o delegado. LEIA MAIS: Suspeito de estuprar a filha de 15 anos em motel no Acre é preso em Santa Catarina Diretor é afastado após alunas denunciarem assédio sexual em escola do Acre Professor e diretor são afastados por suspeita de assédio a alunas no interior do Acre Em um dos episódios, a adolescente sofreu uma agressão no ouvido que chegou a sangrar e foi obrigada pelo suspeito a mentir para a mãe, dizendo que havia caído de uma árvore. "Ele ia praticar os abusos, ela negava e, de posse de uma faca, e golpes praticava o crime", detalhou o delegado. De acordo com a Polícia Civil, a mãe da vítima também era ameaçada para desacreditar a filha e negar os abusos. "Elas estavam sob ameaça, a mãe da menina tinha que dizer que a situação não acontecia, que a garota estava inventando história e era tudo mentira", confirmou o delegado. Suspeito confessou o crime Ainda segundo o delegado, durante o interrogatório, o suspeito confessou os crimes e disse que chegou a gravar vídeos com a vítima. O celular dele foi apreendido e deve passar por perícia. As investigações apontam também que o homem já havia sido condenado anteriormente por estuprar outra enteada, o que indica reincidência. A polícia também apura a suspeita de que ele tenha abusado da própria filha, que já prestou depoimento por vídeo após deixar a cidade. "O interrogado confessou a prática criminosa, chorou, disse está arrependido, mas não é a primeira vez que pratica esse tipo de monstruosidade. Estamos investigando outra situação, em que teria abusado da própria filha, entramos em contato com essa possível terceira vítima para que entre no flagrante", completou o delegado. Veja como denunciar casos de abuso sexual contra crianças e adolescentes: Polícia Militar - 190: quando a criança está correndo risco imediato; Samu - 192: para pedidos de socorro urgentes; Delegacias especializadas no atendimento de crianças ou de mulheres; Qualquer delegacia de polícia; Secretaria de Estado da Mulher (Semulher): recebe denúncias de violações de direitos da mulher no Acre. Telefone: (68) 99930-0420. Endereço: Travessa João XXIII, 1137, Village Wilde Maciel. Disque 100: recebe denúncias de violações de direitos humanos. A denúncia é anônima e pode ser feita por qualquer pessoa; Profissionais de saúde: médicos, enfermeiros, psicólogos, entre outros, precisam fazer notificação compulsória em casos de suspeita de violência. Essa notificação é encaminhada aos conselhos tutelares e polícia; WhatsApp do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos: (61) 99656- 5008; Ministério Público; Videochamada em Língua Brasileira de Sinais (Libras). VÍDEOS: g1